Cerca de 4,6 milhões de paraenses vão às urnas hoje (11) para decidir sobre a divisão do estado. O plebiscito poderá desmembrar o território do segundo maior estado do país em até três partes: um Pará remanescente e duas novas unidades da Federação, Carajás e o Tapajós. Se aprovado no plebiscito, o Tapajós, no oeste do Pará, vai ficar com 59% da área do atual estado, divididas em 27 municípios, com população total de 1,2 milhão de habitantes. O novo estado nasceria com Produto Interno Bruto (PIB) de R$ 6,4 bilhões.O resultado sai ainda hoje.
domingo, dezembro 11, 2011
sábado, dezembro 10, 2011
Senador Aécio Neves participa de seminário em Natal
O senador Aécio Neves desembarcou em Natal hoje para participar de um seminário promovido pelo PSDB, dentro do projeto "Pensar Natal". A visita do senador serviu como um apoio à pré-candidatura do deputado federal Rogério Marinho à Prefeitura de Natal.
Leia entrevista
O que o senhor pretende discutir hoje?
O PSDB precisa mostrar o que o diferencia do atual Governo. O PSDB, por exemplo, aposta na gestão pública de qualidade, na meritocracia, na eficiência, entre outras questões. O PT prefere o aparelhamento da máquina, o inchaço da máquina pública e o resultado é o que nós estamos vendo: ineficiência e denúncias de corrupção. O PSDB precisa apresentar uma nova agenda ao Brasil, até porque essa agenda que está aí fomos nós que colocamos há alguns anos. A estabilidade econômica, a responsabilidade fiscal, o início dos programas de transferência de renda. O PT não inovou, apenas deu continuidade a algumas ações, principalmente na área macroeconômica. Ele deu ênfase aos programas de transferência, mas não fez uma política estruturante.
E em relação a candidatura em Natal?
Nós acreditamos no potencial do partido, estou aqui a convite do deputado federal Rogério Marinho, que tem uma pré-candidatura colocada aqui em Natal. O PSDB está estimulando essas candidaturas em todas capitais onde existam candidatos competitivos, o que é o caso da capital do Rio Grande do Norte. Até pra que esses candidatos possam inserir nos debates locais questões nacionais de relevância, como a ética, a segurança pública, o melhor atendimento à saúde pública. Nós temos certeza que o PSDB, que já governa oito estados e metade da população brasileira, vai se sair muito bem nas eleições municipais do próximo ano.
Dois governos do PSDB e dois governos do PT, mas o Brasil não fez as reformas estruturantes. O que aconteceu? O senhor faria essas reformas como presidente da República?
Primeiro, eu não estou aqui como pré-candidato. Estou aqui como alguém do PSDB interessado em renovar o discurso do partido e dar clareza ao que nós pensamos. Mas é preciso esclarecer que eram dois períodos muito distintos. Quando o presidente Fernando Henrique assumiu, a maior preocupação era debelar a inflação. O maior programa de transferência de renda não foi o bolsa-família, que é muito importante e deve ser mantido e ampliado, mas o Plano Real, que permitiu que grande parte da população não fosse punida pela corrosão de seus salários. Naquele momento, era essa a prioridade. O Governo Fernando Henrique teve muitos acertos, modernizando a economia e fazendo as privatizações. O Governo do PT de Lula teve oito anos com a economia muito bem, com ampla base de apoio no Congresso e ampla aprovação popular. Então, nesse momento nós realmente perdemos uma oportunidade. As reformas necessárias hoje são as mesmas de 16 anos atrás e precisam estar na prioridade de governo. A presidente Dilma termina o seu primeiro ano e não tomou nenhuma iniciativa estruturante. É uma perda de tempo enorme para o Brasil. Não acredito que ela fará no próximo ano, que é um ano eleitoral com outro tipo de dificuldade e caberá sim ao próximo governo fazer o que esse governo não fez.
Em quase um ano, vários ministros do Governo caíram. Qual o motivo disso, na sua opinião?
O governo da presidente Dilma é vítima da armadilha que o PT montou: o inchaço da máquina pública. Temos um governo com 40 ministérios, enquanto os Estados Unidos têm 15, a França tem 18. Os ministérios são constituídos de feudos partidários, onde as pessoas estão mais interessadas nos interesses do partido do que da população. Isso não funciona. É algo que precisamos demonstrar. Nós demonstramos isso com o nosso governo em Minas Gerais como é possível administrar com um estado enxuto, criando metas e alcançando essas metas e melhorando a vida da população. Esses escândalos sucessivos são decorrentes dessa armadilha. É o governo aparelhado, aparelhado pela militância do PT e de seus aliados.
Quais são as prioridades para o Brasil hoje?
Há quatro ou cinco pontos: a gestão pública eficiente como instrumento de desenvolvimento social é uma delas. Não há nenhuma ação social mais rigorosa que conter o desperdício de dinheiro público. A questão do saneamento básico por exemplo. Na campanha, o companheiro Serra fez a proposta e a presidente Dilma encampou, de investir em saneamento. Hoje, 45% dos domicílios brasileiros não têm saneamento básico. Na questão da educação, nós universalizamos a oferta de educação básica. De lá pra cá, não houve aumento na qualidade da educação. Eu defendo, por exemplo, a flexibilização do currículo do Ensino Médio. Muitas pessoas abandonam a escola porque elas não vêem uma relação do que está sendo estudado com as suas vidas. Na segurança pública, houve um abandono por parte do Governo. O Governo Federal é omisso. Não vejo o Governo sendo pró-ativo para resolver essas e outras questões.
O jornalista Amaury Ribeiro afirma em livro lançado recentemente que houve corrupção nas privatizações conduzidas pelo PSDB...
Eu não li, acho que foi publicado ontem.
Ele também afirma que o ex-governador José Serra espionou o seu governo e o senhor.
Não acredito nisso e não é esse o tipo de literatura que mais me agrada. Depois que eu ler, posso dar uma posição a esse respeito.
Leia entrevista
O que o senhor pretende discutir hoje?
O PSDB precisa mostrar o que o diferencia do atual Governo. O PSDB, por exemplo, aposta na gestão pública de qualidade, na meritocracia, na eficiência, entre outras questões. O PT prefere o aparelhamento da máquina, o inchaço da máquina pública e o resultado é o que nós estamos vendo: ineficiência e denúncias de corrupção. O PSDB precisa apresentar uma nova agenda ao Brasil, até porque essa agenda que está aí fomos nós que colocamos há alguns anos. A estabilidade econômica, a responsabilidade fiscal, o início dos programas de transferência de renda. O PT não inovou, apenas deu continuidade a algumas ações, principalmente na área macroeconômica. Ele deu ênfase aos programas de transferência, mas não fez uma política estruturante.
E em relação a candidatura em Natal?
Nós acreditamos no potencial do partido, estou aqui a convite do deputado federal Rogério Marinho, que tem uma pré-candidatura colocada aqui em Natal. O PSDB está estimulando essas candidaturas em todas capitais onde existam candidatos competitivos, o que é o caso da capital do Rio Grande do Norte. Até pra que esses candidatos possam inserir nos debates locais questões nacionais de relevância, como a ética, a segurança pública, o melhor atendimento à saúde pública. Nós temos certeza que o PSDB, que já governa oito estados e metade da população brasileira, vai se sair muito bem nas eleições municipais do próximo ano.
Dois governos do PSDB e dois governos do PT, mas o Brasil não fez as reformas estruturantes. O que aconteceu? O senhor faria essas reformas como presidente da República?
Primeiro, eu não estou aqui como pré-candidato. Estou aqui como alguém do PSDB interessado em renovar o discurso do partido e dar clareza ao que nós pensamos. Mas é preciso esclarecer que eram dois períodos muito distintos. Quando o presidente Fernando Henrique assumiu, a maior preocupação era debelar a inflação. O maior programa de transferência de renda não foi o bolsa-família, que é muito importante e deve ser mantido e ampliado, mas o Plano Real, que permitiu que grande parte da população não fosse punida pela corrosão de seus salários. Naquele momento, era essa a prioridade. O Governo Fernando Henrique teve muitos acertos, modernizando a economia e fazendo as privatizações. O Governo do PT de Lula teve oito anos com a economia muito bem, com ampla base de apoio no Congresso e ampla aprovação popular. Então, nesse momento nós realmente perdemos uma oportunidade. As reformas necessárias hoje são as mesmas de 16 anos atrás e precisam estar na prioridade de governo. A presidente Dilma termina o seu primeiro ano e não tomou nenhuma iniciativa estruturante. É uma perda de tempo enorme para o Brasil. Não acredito que ela fará no próximo ano, que é um ano eleitoral com outro tipo de dificuldade e caberá sim ao próximo governo fazer o que esse governo não fez.
Em quase um ano, vários ministros do Governo caíram. Qual o motivo disso, na sua opinião?
O governo da presidente Dilma é vítima da armadilha que o PT montou: o inchaço da máquina pública. Temos um governo com 40 ministérios, enquanto os Estados Unidos têm 15, a França tem 18. Os ministérios são constituídos de feudos partidários, onde as pessoas estão mais interessadas nos interesses do partido do que da população. Isso não funciona. É algo que precisamos demonstrar. Nós demonstramos isso com o nosso governo em Minas Gerais como é possível administrar com um estado enxuto, criando metas e alcançando essas metas e melhorando a vida da população. Esses escândalos sucessivos são decorrentes dessa armadilha. É o governo aparelhado, aparelhado pela militância do PT e de seus aliados.
Quais são as prioridades para o Brasil hoje?
Há quatro ou cinco pontos: a gestão pública eficiente como instrumento de desenvolvimento social é uma delas. Não há nenhuma ação social mais rigorosa que conter o desperdício de dinheiro público. A questão do saneamento básico por exemplo. Na campanha, o companheiro Serra fez a proposta e a presidente Dilma encampou, de investir em saneamento. Hoje, 45% dos domicílios brasileiros não têm saneamento básico. Na questão da educação, nós universalizamos a oferta de educação básica. De lá pra cá, não houve aumento na qualidade da educação. Eu defendo, por exemplo, a flexibilização do currículo do Ensino Médio. Muitas pessoas abandonam a escola porque elas não vêem uma relação do que está sendo estudado com as suas vidas. Na segurança pública, houve um abandono por parte do Governo. O Governo Federal é omisso. Não vejo o Governo sendo pró-ativo para resolver essas e outras questões.
O jornalista Amaury Ribeiro afirma em livro lançado recentemente que houve corrupção nas privatizações conduzidas pelo PSDB...
Eu não li, acho que foi publicado ontem.
Ele também afirma que o ex-governador José Serra espionou o seu governo e o senhor.
Não acredito nisso e não é esse o tipo de literatura que mais me agrada. Depois que eu ler, posso dar uma posição a esse respeito.
Rio: violência preocupa mais turistas brasileiros do que estrangeiros, diz pesquisa
A violência é o principal problema que turistas veem no Rio de Janeiro, mas a preocupação é mais recorrente entre brasileiros do que entre estrangeiros, segundo pesquisa da Middlesex University, de Londres.
Porém, o problema se mostrou uma preocupação mais frequente entre os brasileiros. Entre os turistas nacionais, 85% citaram a violência como principal problema da cidade, contra 61% dos estrangeiros consultados.
A pesquisa se baseou em entrevistas feitas pela internet a 680 pessoas de diversos países e de outras partes do Brasil.
Em uma parte do questionário onde os entrevistados deveriam citar aleatoriamente palavras que associavam ao Rio, as respostas dos brasileiros também indicaram maior preocupação com a segurança.
"Os brasileiros trouxeram muito mais respostas ligadas à violência, associando o Rio a expressões como roubo, assalto, perigo, medo", aponta Duék.
Uma explicação para a diferença de percepção seria a proximidade maior dos turistas brasileiros com os problemas da cidade. "Os brasileiros têm mais contato com a cidade através da imprensa e muitos têm conhecidos ou parentes na cidade", afirma.
Para Duék, a pesquisa indica que o aumento da sensação de segurança no Rio, com a implantação de Unidades de Polícia Pacificadora (UPP) em favelas e a redução de índices de criminalidade nos últimos anos, ainda é uma percepção local que não extravasou os limites da cidade.
"Aqui no Rio percebemos um certo otimismo, os cariocas estão se sentindo mais seguros com as UPPs. Mas os resultados da pesquisa indicam que os viajantes brasileiros e estrangeiros ainda não estão sentindo isso", afirma.
"A violência foi marcando a imagem do Rio ao longo do tempo, e agora vai ser preciso um bom tempo e bastante trabalho para mudar isso", considera Duék.
Visão das favelas
O estudo mostrou também que brasileiros e estrangeiros têm uma percepção diferente sobre as favelas cariocas: 60% dos brasileiros consultados veem as comunidades como um atributo negativo do Rio, enquanto apenas 37% dos estrangeiros as enxergam como um problema.
Para Duék, isso reflete diferentes olhares sobre as favelas, que podem ser vistas como comunidades carentes, regiões com cultura própria ou focos de violência e tráfico de drogas.
Os dados também indicam que uma possível melhora na imagem dessas comunidades a partir da implantação das UPPs ainda não teve efeito para além da cidade.
O presidente da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação, Alexandre Sampaio, observa que o turismo está crescendo em algumas comunidades pacificadas e pode exercer um papel importante na consolidação de uma imagem mais positiva das favelas.
Para ele, os brasileiros tendem a ter uma visão mais negativa das favelas por associá-las a problemas do país, e geralmente não buscam conhecê-las. Já o estrangeiro a incorporou à vivência que tem da cidade.
"Acredito que o brasileiro ainda veja a favela como um retrato da desigualdade do Brasil, enquanto o estrangeiro quer conhecê-la e sai de lá encantado, porque vê que as pessoas são alegres e que o convívio é pacífico e possível", afirma.
Cristo e Carnaval
A pesquisa, realizada pela internet entre julho e agosto deste ano, foi parte do trabalho de mestrado de Duék, feito em conjunto com a pesquisadora Maureen Ayikoru.
Dos 680 entrevistados, cerca de 30% eram brasileiros e pouco mais da metade já esteve no Rio. Os demais responderam a partir das impressões e informações que têm da cidade.
"É importante consultar pessoas que nunca estiveram aqui para saber qual é a imagem que elas têm à distância", afirma Duék, que buscava mais dados sobre a imagem que a cidade tem lá fora para desenvolver seu mestrado.
Sua dissertação foi sobre como o Rio pode explorar os megaeventos - a Copa de 2014 e a Olimpíada de 2016 - para melhorar a sua imagem.
Entre os pontos positivos da cidade, a maioria dos entrevistados elegeu as praias, paisagens naturais, a cultura e a vida noturna, e citaram ainda o Carnaval e o Cristo Redentor como principais atrações.
Já na lista de atributos negativos, a insegurança para turistas também teve destaque. Citado por 63% dos turistas, foi o segundo item mais votado entre os problemas da cidade - atrás da violência.
"O Rio passou por anos sistemáticos de violência, seja em favelas da zona sul ou nas periferias. Isso consolidou uma imagem de violência que não é fácil de contornar", considera Alexandre Sampaio.
Sampaio afirma que o setor turístico viu a sua pior fase nos anos 1990, quando notícias sobre tiroteios na cidade eram frequentes, levando muitos congressos e contratos a serem cancelados.
"Em alguns momentos pensamos que a guerra estava perdida, que era melhor mudar de negócio", afirma.
Nos setores de hotelaria e de restaurantes, Sampaio afirma que se percebe uma melhora sensível na segurança de turistas nos últimos anos, mas mudar essa imagem vai levar tempo.
Nos setores de hotelaria e de restaurantes, Sampaio afirma que se percebe uma melhora sensível na segurança de turistas nos últimos anos, mas mudar essa imagem vai levar tempo.
"Agora temos uma grande chance com os megaeventos que serão sediados pelo Rio. Mas será um processo demorado", acredita.(BBC)
AGU cobra na Justiça devolução de R$ 2 bilhões aos cofres públicos
A Advocacia-Geral da União entrou com 2.343 ações neste ano a fim de recuperar cerca de R$ 2 bilhões desviados em esquemas de corrupção. O órgão divulgou os números nesta sexta (9) em comemoração ao Dia Internacional de Combate à Corrupção. Trata-se de um relatório formulado pelo Departamento de Patrimônio Público e Probidade Administrativa (DPP), vinculado à Procuradoria-Geral da União, que trata do período de1º de dezembro de 2010 a 30 de novembro de 2011. No total, já foram recolhidos aos cofres da União cerca de R$ 330 milhões e, segundo o diretor do DPP, advogado da União André Luiz de Almeida Mendonça, foram bloqueados e penhorados R$ 338,63 milhões de todos os acusados. "Esse trabalho em última instância visa possibilitar que as políticas públicas sejam efetivas e eficientes", disse.(CH)
Banco do Brasil fechou negócio bilionário sem parecer técnico

Em maio deste ano o presidente do Banco do Brasil (BB), Aldemir Bendine, fechou negócio bilionário sem parecer técnico, como informa a reportagem publicada neste sábado (10) pela Revista Época. Naquele mês, o BB decidiu pagar R$ 2,3 bilhões para explorar serviços bancários na rede de agências dos Correios, o Bando Postal. Pelos próximos cinco anos, o BB terá à disposição cerca de 6.200 pontos de atendimento e aproximadamente 10 milhões de clientes. Aparentemente, trata-se de um bom negócio, que contou com a bênção do ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, a quem os Correios estão subordinados. A entrada firme do Banco do Brasil na disputa foi encarada pelo governo como uma oportunidade única para alavancar a receita dos Correios, há anos em crise, com sérios problemas na entrega de correspondências. Há menos de um mês, o secretário executivo do Ministério da Fazenda e presidente do Conselho de Administração do BB, Nélson Barbosa pediu explicações à diretoria do banco sobre a falta do parecer. Após este fato, a situação de Bendine fica delicada dentro do governo, como informa a revista.
quinta-feira, dezembro 08, 2011
O comércio internacional em números
Dados do governo chinês apontam que as exportações do país à UE caíram 9% em outubro, em comparação com o mesmo mês em 2010; para os EUA, a queda foi de 5%.
Ainda assim, as vendas externas da China cresceram 15,9%, graças, em parte, à demanda latino-americana.
Balança comercial Brasil - China
O Brasil exportou US$ 40,6 bi à China entre janeiro e novembro, 28% a mais que no mesmo período de 2010. Principais produtos: minério de ferro, soja em grão, petróleo bruto.
O Brasil importou da China US$ 30,1 bi entre janeiro e novembro (crescimento de 23% em relação a 2010). Principais produtos: aparelhos eletroeletrônicos e componentes, máquinas e equipamentos, químicos e veículos.
Fonte: Balança comercial brasileira - Ministério do Desenvolvimento
Ainda assim, as vendas externas da China cresceram 15,9%, graças, em parte, à demanda latino-americana.
Balança comercial Brasil - China
O Brasil exportou US$ 40,6 bi à China entre janeiro e novembro, 28% a mais que no mesmo período de 2010. Principais produtos: minério de ferro, soja em grão, petróleo bruto.
O Brasil importou da China US$ 30,1 bi entre janeiro e novembro (crescimento de 23% em relação a 2010). Principais produtos: aparelhos eletroeletrônicos e componentes, máquinas e equipamentos, químicos e veículos.
Fonte: Balança comercial brasileira - Ministério do Desenvolvimento
Estudantes jogam boias salva-vidas nos espelhos d'água do Congresso
Intervenção artística 'A arte salva' contou com cerca de 100 alunos da UnB.
Idealizador diz que intenção é colocar a arte no cotidiano das pessoas
O artista Eduardo Srur reuniu cerca de cem alunos da Universidade de Brasília nesta quinta-feira (8) para participar de uma intervenção artística na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. Eles percorrem o gramado da Esplanada vestidos com capas laranjas e jogaram boias salva-vidas nos espelhos d'água em frente ao Congresso.
Segundo Srur a intenção da obra "A arte salva" é colocar arte no cotidiano das pessoas. "Você faz as pessoas pensarem arte de uma forma diferente e aproxima a arte da sociedade", disse.
Ele explicou que escolheu o Congresso porque o local "é a casa do povo, onde o povo pode tudo". O número de boias, 360, foi escolhido para simbolizar 360 graus. "É redondo e fluido como a arte que pode ficar também fora do espaço tradicional".
Durante a intervenção, pessoas que passavam pela rua se juntaram aos estudantes e brincaram de escorregar nas rampas de grama em cima das boias.(G1)
Idealizador diz que intenção é colocar a arte no cotidiano das pessoas
O artista Eduardo Srur reuniu cerca de cem alunos da Universidade de Brasília nesta quinta-feira (8) para participar de uma intervenção artística na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. Eles percorrem o gramado da Esplanada vestidos com capas laranjas e jogaram boias salva-vidas nos espelhos d'água em frente ao Congresso.
Segundo Srur a intenção da obra "A arte salva" é colocar arte no cotidiano das pessoas. "Você faz as pessoas pensarem arte de uma forma diferente e aproxima a arte da sociedade", disse.
Ele explicou que escolheu o Congresso porque o local "é a casa do povo, onde o povo pode tudo". O número de boias, 360, foi escolhido para simbolizar 360 graus. "É redondo e fluido como a arte que pode ficar também fora do espaço tradicional".
Durante a intervenção, pessoas que passavam pela rua se juntaram aos estudantes e brincaram de escorregar nas rampas de grama em cima das boias.(G1)
Divisão do Pará pode custar R$ 3 bi
De acordo com estudo do Centro Avançado de Estudos Amazônicos (Ceama), a criação dos estados do Tapajós e do Carajás, em uma divisão do território do Pará, pode significar um gasto de quase R$ 3,8 bilhões apenas no primeiro ano de instalação dos novos governos. Conforme noticia o jornal O Globo, o estado do Tapajós deve custar aos cofres públicos R$ 2 bilhões, considerando apenas a instalação dos órgãos de burocracia e a remuneração, no primeiro ano, dos cargos por eles gerados. Um plebiscito para decidir a questão será realizado no domingo (10). Atualmente, o Pará recebe R$ 2,9 bilhões do Fundo de Participação dos Estados. Se for dividida, a área receberá R$ 5,9 bilhões.
quarta-feira, dezembro 07, 2011
E pode ?
O jornal Perú 21 descobriu que o petista “Luis Favre” fez com visto de turista a campanha presidencial e a polêmica assessoria do presidente Olanta Humalla. Pediu visto de trabalho em novembro e escafedeu.
terça-feira, dezembro 06, 2011
Salário mínimo deveria ser R$ 2.349,26.Diz Dieese
O brasileiro precisaria de um salário mínimo no valor de R$ 2.349,26 em novembro para conseguir arcar com suas despesas básicas, de acordo com dados divulgados pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) nesta segunda (5). A entidade verificou que são necessárias 4,31 vezes o valor do salário mínimo atual para suprir as demandas do trabalhador. O cálculo foi feito com base no mínimo de R$ 545, em vigor. Em outubro, o valor necessário para suprir as necessidades mínimas do trabalhador era de R$ 2.329,94, sendo 4,27 vezes maior que o salário mínimo. O necessário é o que segue o preceito constitucional de atender às necessidades vitais do cidadão e de sua família, como moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social.
PDT fica no governo mesmo perdendo ministério
O PDT vai continuar governista, no plano federal, após a demissão do ex-ministro do Trabalho Carlos Lupi. Mais que isso, o partido deixou claro que ficará na base do governo Dilma mesmo perdendo o controle do Ministério do Trabalho. A decisão foi tomada ontem pela cúpula do PDT, que ignorou completamente o posicionamento da chamada "bancada ética"do partido (senadores Cristovam Buarque, do DF, e Pedro Taques, do MT, e o deputado Antonio Reguffe, do DF), que defendia o afastamento do governo. O presidente interino, deputado André Figueiredo (CE), informou também que o PDT não vai indicar nomes para substituir Lupi, deixando Dilma à vontade nessa escola.(CH)
segunda-feira, dezembro 05, 2011
Orçamento concluirá votação dos relatórios setoriais até quinta
A Comissão Mista de Orçamento tem até a próxima quinta (8) para votar os dez relatórios setoriais do projeto da lei orçamentária de 2012 (PLN 28/11). Serão realizadas 11 reuniões de terça a quinta. O objetivo da comissão é aprovar o Orçamento até o dia 19 de dezembro no colegiado e no dia 21 no Plenário do Congresso. Os trabalhos legislativos encerram-se no dia 22 de dezembro, de acordo com a Constituição. Na sexta (9), será apresentada a segunda revisão de receitas a partir dos novos parâmetros macroeconômicos divulgados pelo governo.
Irã abate avião dos Estados Unidos
Forças do Irã abateram neste domingo (4) um avião não tripulado dos Estados Unidos. A aeronave estava no espaço aéreo iraniano e, segundo a cadeia de televisão Al Alam, trata-se de uma aeronave drone RQ-170, que foi abatido no Leste do país, próximo da fronteira com o Paquistão e o Afeganistão. Os Estados Unidos usam, de forma recorrente, esse tipo de avião não tripulado para atacar o Iraque e o Afeganistão.
domingo, dezembro 04, 2011
CarrierIQ: De olho no seu celular, e sem sua permissão!
Um desenvolvedor americano, chamado Trevor Eckhart, provou que você não precisa de nada instalado erroneamente em seu smartphone para que seus dados possam sair em uma lista completa do que você fez a cada ação praticada. Segundo ele, há um programa chamado CarrierIQ instalado tanto em Androids, iOS e até nos BlackBerry e Nokias, que faz o trabalho de criar uma lista enorme de tudo que você faz.
Esta não é a primeira vez que Eckhart avisa ao mundo que há um olho gigantesco anotando tudo que você faz no celular, já que em outubro deste ano ele fez um vídeo provando que este aplicativo existe e que ele funciona recolhendo uma série de informações sem sua permissão. Na época a empresa responsável pelo app, de mesmo nome, tentou processar o rapaz, o que apenas serviu para que sua ira aumentasse. Resultado foi que agora ele fez um vídeo demonstrando o app escrevendo uma lista de funções em um HTC, com Android, e sem a opção de impedir o funcionamento deste aplicativo.
No vídeo, o desenvolvedor mostra o que está sendo catalogado de suas ações, que vão deste o pressionar de um botão como o de home, voltar, volume ou de desligar a tela, até os números que você digitou antes de ligar para sua [seu] namorada [o]. A lista vai vai além, e mostra até o conteúdo de mensagens SMS recebidas, onde está armazenada e de onde veio.
Outro exemplo apresentado foi durante a navegação com redes WiFi. O log coletou informações sobre o site visitado, se há a localização da antena GPS e até links com https aparecem, sem qualquer criptografia. O rapaz não disse se estas informações vão para algum lugar, mas se alguém souber (se é que já sabe) que há um arquivo recheado de informações sobre você dentro do aparelho, não seria assustador pegar ele e ter acesso a senhas de bancos digitadas em um app, ou todos os seus contatos?(MSN)
sábado, dezembro 03, 2011
Presidente da Caixa terá de dar explicações na Câmara
O presidente da Caixa Econômica Federal, Jorge Fontes Hereda, terá de dar explicações na Câmara dos Deputados sobre as denúncias de irregularidades no programa Minha Casa, Minha Vida. A solicitação foi aprovada pela Comissão de Fiscalização Financeira e Controle na última quarta (30), após um programa de TV afirmar que ONGs, credenciadas pelo governo, cobravam taxas para incluir pessoas no programa habitacional. “[A audiência pública é] fundamental para esclarecer os fatos”, afirmou o deputado Duarte Nogueira (PSDB-SP), que sugeriu o encontro.(CH)
Fusão de Ministérios
Na reforma ministerial prevista para o início do ano, as maiores apostas em Brasília são a fusão do Ministério da Agricultura com a Secretaria de Aqüicultura e Pesca, o da Previdência com o do Trabalho e se espera também que os ministérios da Educação e da Cultura voltem a ser um só, como no velho MEC. A maioria desses ministério perdeu relevância, por isso a idéia é otimizar a gestão e cortar despesas.
Direitos Humanos, de Políticas para Mulheres e de Igualdade Racial podem ser fundidos em um só ou incorporados ao Ministério da Justiça.
O ministério do Trabalho foi reduzido à divulgação dos estudos mensais de empregabilidade, a cargos do IBGE.
Além de fazer kits e livros exóticos, o MEC já não cuida de educação básica, media ou superior. Apenas promove apenas exames nacionais.
A Secretaria de Pesca é o maior fiasco de todas as invenções da era Lula. É só um cabide de empregos, sem capacidade de investimento.(CH)
Direitos Humanos, de Políticas para Mulheres e de Igualdade Racial podem ser fundidos em um só ou incorporados ao Ministério da Justiça.
O ministério do Trabalho foi reduzido à divulgação dos estudos mensais de empregabilidade, a cargos do IBGE.
Além de fazer kits e livros exóticos, o MEC já não cuida de educação básica, media ou superior. Apenas promove apenas exames nacionais.
A Secretaria de Pesca é o maior fiasco de todas as invenções da era Lula. É só um cabide de empregos, sem capacidade de investimento.(CH)
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