terça-feira, junho 25, 2013

O PT jogou a toalha!


O ministro José Eduardo Cardozo procurou FHC para propor "pacto" com a oposição! O PT jogou a toalha! Com essa atitude a cambada petista demonstrou que não tem condições de resolver nada!

Constituinte exclusiva é desnecessária e perigosa


A ideia lançada nesta segunda-feira (24/6) pela presidente da República Dilma Rousseff de convocar um plebiscito que decidirá sobre a instalação de uma Assembleia Constituinte para tratar exclusivamente de reforma política é desnecessária, juridicamente duvidosa — e perigosa. Essa é a opinião da maioria dos advogados e ministros, aposentados e em atividade, do Supremo Tribunal Federal ouvidos pela revista Consultor Jurídico.
Desnecessária porque é perfeitamente possível fazer a tão esperada reforma política dentro dos marcos legítimos fixados pela Constituição Federal de 1988. Ou seja, por meio de projetos de lei e propostas de emenda à Constituição.
Juridicamente duvidosa porque não é possível se convocar uma Assembleia Constituinte para tratar de um assunto específico. O poder constituinte originário é ilimitado. Logo, poderia avançar para muito além da reforma política. E perigosa porque constituinte não têm compromissos com a ordem jurídica vigente. Logo, é possível romper com a ordem vigente hoje no país e que garantiu, até hoje, 25 anos de estabilidade institucional.
“Sob a roupagem da reforma política, pode-se reestruturar o país. Pode-se diminuir o tempo de mandato do presidente da República, por exemplo. Alterar a forma de escolha dos ministros do Supremo ou fixar mandatos. Na prática, é a criação de um quarto poder que poderá mais do que os outros três poderes”, afirmou à ConJur um ministro do Supremo Tribunal Federal que criticou a ideia. Para ele, reforma política se faz por meio de leis e emendas à Constituição.
O ministro aposentado do Supremo Ayres Britto afirmou que enxerga bons propósitos na ideia da presidente da República. “Vê-se que ela está bem intencionada, que quer acertar”, disse. De acordo com o ministro, contudo, a Constituição Federal não dá ao Congresso o poder de convocar um plebiscito para tratar da matéria específica. “O Congresso Nacional pode, por motivos de conveniência e oportunidade, repassar para o povo, convocado plebiscitariamente, seu poder normativo. Ou seja, só pode convocar o povo a decidir sobre os temas que ele próprio, Congresso, tem legitimidade para decidir. Não é o caso de convocação de plebiscito para decidir a instalação de uma Assembleia Constituinte”, disse.
Ayres Britto deu exemplos práticos. O Congresso convocou um referendo para decidir sobre o desarmamento no Brasil. Momentaneamente, portanto, deixou de lado a democracia representativa, por meio da qual deputados e senadores fixam os marcos normativos do país, e convocou a população a se manifestar por meio da democracia direta. Mas o Congresso passou ao povo o poder de deliberar em seu lugar, sobre uma decisão que ele mesmo poderia tomar.
O Congresso não poderia, por exemplo, convocar um plebiscito para decidir sobre a fixação da pena de morte no Brasil. Isso porque ele próprio não tem o poder de legislar em relação ao tema. Logo, se não cabe ao Congresso decidir sobre a instalação de uma Assembleia Constituinte, não tem o poder de convocar um plebiscito para decidir sobre a matéria.
“Nenhuma Constituição tem vocação para o suicídio. Por isso, não prevê a possibilidade de se convocar uma Assembleia Constituinte. Toda Constituinte é a sentença de morte da Constituição anterior e, neste caso, o Congresso Nacional não pode convocar o povo para agir como o coveiro da Constituição de 1988, que agora é que começa a dar seus belos frutos”, afirmou Ayres Britto.
Ideia inusitadaO ministro aposentado do Supremo Carlos Velloso afirmou desconhecer a figura da “Constituinte exclusiva”. Para ele, uma mudança neste grau pode e deveria ser feita mediante emenda constitucional. “Isso é um despropósito. Uma medida para enganar a população que está nas ruas pedindo reforma”, disse o ministro, que presidiu o STF entre 1999 e 2001.
“Essa medida de plebiscito, que eu considero um absurdo, é algo inusitado que esconde qualquer coisa porque não tem apoio na ordem jurídica. Sem dúvida, não tem fundamento jurídico”, criticou.
Já o ministro Marco Aurélio não entrou no mérito de ser ou não juridicamente possível um plebiscito para convocar uma Assembleia Constituinte, atribuindo à declaração da presidente um efeito de “força de expressão”. Para o ministro, como o momento exige uma tomada séria de providências, a presidente “usou algo para realmente impactar”. Marco Aurélio afirmou que a realização de um plebiscito é desnecessária, dada a insatisfação da sociedade ser evidente, e que a reforma política pode ocorrer por meio de emendas constitucionais.

Embaixadas alertam estrangeiros para sair do Brasil



As principais Embaixadas em Brasília e escritórios de dezenas de países emitem alertas sigilosos para seus compatriotas deixarem o Brasil, diante da crescente onda de protestos e violência nas capitais e interior.Estão prevendo que o bicho vai pegar!
Espertinha!

Dilma enquadrou os congressistas, tirou o foco da mobilização popular de seus ombros e passou para o Parlamento: O Congresso Nacional já arquivou duas PECs sobre Constituinte Exclusiva para a reforma política, em 2007 e em 2010. ‘À época, acharam que era estratégia para o 3º mandato de Lula’, explica Flávio Dino (PCdoB-MA), autor da primeira proposta. A segunda, de Marco Maia (PT-RS), ‘foi pedido do então presidente Lula’, revela, mas parou na CCJ sem acordo.

E-mail viral exige criação de proposta de 'reforma do Congresso'


Circula na internet um e-mail que pede a criação de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para fazer a “Reforma do Congresso em 2013”. O movimento pede a abolição de qualquer sessão secreta e não-pública, tanto na Câmara como no Senado. Hoje, os projetos que tramitam em ambas as Casas pedem o fim apenas de sessão secreta que delibere sobre a perda de mandato de parlamentar. O documento reivindica ainda o pagamento de salário ao congressista apenas durante o seu mandato, extinguindo, portanto, o pagamento de aposentadoria por tempo de parlamentar – contando apenas o prazo de mandato exercido para agregar ao seu tempo de serviço junto ao INSS, referente à sua profissão civil. “Os senhores Congressistas participarão dos benefícios dentro do regime do INSS exatamente como todos outros brasileiros”, prevê o manifesto. Em 1991, o deputado Otto Cunha, propôs a extinção da aposentadoria do parlamentar após 8 anos de mandato, mas o projeto foi arquivado pela mesa diretora da Câmara por contrariar o Regimento Interno. Se criada e aprovada, a PEC de iniciativa popular vai evitar também que os parlamentares aumentem seus próprios salários, tenham seguros de saúde pagos pelo contribuinte e vai garantir que eles cumpram todas as leis impostas aos brasileiros, sem qualquer imunidade.

segunda-feira, junho 24, 2013




Pede pra sair!

Não tem mais jeito! Dilma se perdeu...o governo não convence mais! Discurso de campanha!A cada pronunciamento piora a situação do governo, é notória a falta de preparo da presidente, ela lê, não fala com convicção, não passa credibilidade alguma no que diz! Constituinte exclusiva???????? O que seria isso? Como seria??????? Reforma política? Esse não é o maior problema no momento.As manifestações pelo Brasil pedem repeito à coisa pública e ao povo brasileiro.Este pronunciamento é mais um deboche!Não tem como respeitar um governo desse!


Abin passou a monitorar informações das redes sociais 


A Agência Brasileira de Inteligência (Abin)começou a monitorar as redes sociais na Internet  com o intuito de manter o governo informado sobre manifestações e movimentos organizados. O acompanhamento, segundo fontes da Agência, não tem como finalidade espionar as mobilizações feitas pelo país ou seus organizadores, mas dar apoio ao executivo nas questões de segurança, principalmente com a proximidade dos grandes eventos internacionais que o país vai organizar.
O monitoramento da Abin pretende mostrar os rumos dos movimentos sociais que são organizados pelas redes na Internet e apontar caminhos para que o governo possa interagir com seus organizadores. De acordo com uma fonte da Agência, não se trata de uma operação de inteligência tradicional, mas sim de uma exposição das ações para que o governo possa ter clareza desses acontecimentos. Nas manifestações dos últimos dias, por exemplo, afirma a fonte, foi difícil identificar as reivindicações e saber exatamente o que estava levando tantas pessoas a protestar. A determinação desses objetivos o mais rápido possível, disse a fonte, torna mais fácil ao governo interagir com os manifestantes.  

Arrecadação federal cresce 5,8% em maio e bate recorde para o mês

A União arrecadou R$ 87,858 bilhões no mês passado.

Segundo dados divulgados pela Receita Federal, a União arrecadou R$ 87,858 bilhões no mês passado, alta de 5,80% em relação a maio de 2012, descontada a inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). É o maior valor já registrado para o mês.

No acumulado do ano, a arrecadação federal somou R$ 462,790 bilhões, alta de 0,77% na comparação com os cinco primeiros meses do ano passado, também descontado o IPCA. O resultado reverte a tendência dos últimos meses. Até abril, a arrecadação acumulava queda real de 0,34%.


PARA CONHECIMENTO PÚBLICO: NÚMERO DE 

SERVIDORES DA CÂMARA DOS DEPUTADOS: 

De acordo com números de fevereiro de 2013, são 3.449 servidores concursados; 1.413 cargos de natureza especial (CNEs) e 11.034 secretários parlamentares.

Os secretários parlamentários e CNEs não pertencem ao quadro efetivo (concursados) da Câmara. Em caso de exoneração, eles têm direito a saldo de férias e a saldo do 13º salário (proporcional ao ano). Eles não têm direito a aviso prévio e a aposentadoria é regida pelo Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS). Os secretários parlamentares trabalham nos gabinetes dos deputados e os CNEs, nas lideranças partidárias.

2) Valor do salário dos funcionários da Câmara

Para secretários parlamentares, o salário parte de R$ 845,00 e vai até o limite de R$ 6.470,00 (valores a partir de março de 2013), sendo que as contratações devem somar no máximo o limite de R$ 78 mil mensais por gabinete.

Para servidores efetivos, a menor remuneração é de R$ 10.249,58 e a maior, R$ 21.584,05. Para CNEs, de R$ 2.740,00 a R$ 14.880,00.


Em 2012, a folha de pagamento para servidores efetivos, CNEs e secretários parlamentares foi de R$ 117.855.556,10.

3) Secretários parlamentares

Cada gabinete pode contratar entre 5 e 25 secretários parlamentares, que prestam serviços de secretaria, assistência e assessoramento direto e exclusivo nos gabinetes dos deputados, em Brasília ou nos estados.

No total, a Câmara dispõe de pouco mais de 11 mil secretários parlamentares, o que corresponde a uma média de 21 por gabinete. A indicação para os cargos e a fixação dos respectivos níveis de retribuição são feitas pelo parlamentar (Ato da Mesa 72/1997). São proibidas quaisquer contratações de caráter particular para prestação de serviços nas dependências da Câmara dos Deputados.

Câmara estuda liberação da compra de armas


Proposta em discussão nas comissões permite a venda para qualquer brasileiro com 25 anos ou mais, sem antecedentes criminais. Porte de armas continuará restrito.

MCCE começa campanha por reforma política já


Idealizadores da Lei da Ficha Limpa coletam, a partir de hoje, assinaturas para apresentar projeto de lei de iniciativa popular ao Congresso. Proposta altera eleição de deputados e vereadores e proíbe doações de empresas.

Médicos vão às ruas contra Dilma nesta quarta

A importação de médicos estrangeiros, um dos projetos invocados por Dilma Rousseff para fazer a rua voltar para casa, levará mais gente ao asfalto. Entidades médicas organizam para as 16h desta quarta-feira (26) um protesto nacional em defesa da valorização dos profissionais brasileiros e investimentos no SUS.

Em reação ao pronunciamento feito por Dilma em rede nacional de rádio e tevê, as entidades divulgaram uma “carta aberta aos médicos e à população brasileira”. No texto, anotam que o projeto do governo “é de alto risco” e “simboliza uma vergonha nacional.” Subscrevem o documento quatro entidades. Entre elas a Associação Médica Brasileira e o Conselho Federal de Medicina, que formulou proposta para levar médicos aos fundões do país.
Para essas entidades, a iniciativa do governo seria arriscada porque exporia a população brasileira “à ação de pessoas cujos conhecimentos e competências não foram devidamente comprovados.” Seria vergonhosa porque “tem valor inócuo, paliativo, populista e esconde os reais problemas que afetam o SUS.”
Que problemas? Falta de leitos e de medicamentos, ambulâncias paradas por falta de combustível, infiltrações nas paredes e goteiras nos hospitais, infraestrutura precária e baixa valorização dos médicos. Provocativo, o texto recorda o câncer que levou Dilma a tratar-se no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.

Qual é a explicação DNOCS ?

O Departamento Nacional de Obras contra as Secas, com sede em Fortaleza, lançou pregão eletrônico (3/2013), na semana passada, para comprar uma picape cabine dupla, tração 4 x 4, diesel, cor branca, e ar condicionado (Proc. 59404000330201328).

Mas intriga a cúpula do Ministério da Integração, que tutela o órgão, segundo fonte da pasta, o paradeiro de sete picapes Ford Ranger, encontradas no estacionamento do DNOCS durante auditoria, ano passado, todas zero km.
As picapes, todas cor branca e similares à do pregão, eram de 2011 e eram praticamente novas. Apenas uma registrava 1.000 km rodados. Qual é a explicação?

Senado decidirá se protestos na Copa será terrorismo


A senadora Ana Amélia (PP-RS) manteve em seu relatório na Comissão de Educação, no último dia 14, o crime de Terrorismo – com pena alta de prisão de 15 a 30 anos – para badernas durante a Copa do Mundo. Pelo Projeto de Lei 728/11, será tipificado ‘terrorista’ quem ‘Provocar ou infundir terror ou pânico generalizado mediante ofensa à integridade física’. As penas sobem um terço se houver ‘emprego de explosivo, fogo, arma química, biológica ou radioativa’ – o que enquadraria hoje muitos baderneiros nestes protestos pelo uso de bombas caseiras e incêndios causados nas ruas.

O PL é terminativo – não vai a plenário – e ainda passa por três comissões até chegar à Comissão de Constituição e Justiça, que o ratificará ou não. A FIFA é a favor.