De centavo em centavo, a inflação silenciosa das miudezas contamina o orçamento das famílias e ajuda a estrangular o poder de compra dos brasileiros. Quase sempre imperceptíveis, os aumentos de preço de balinhas, picolés, biscoitos, refrigerantes, cafezinhos e outros itens pagos sem esforço no dia a dia chegaram a alcançar variações de 150% nos últimos dois anos, mais de 12 vezes o índice oficial do período e cinco vezes a do tomate, o último dos vilões.
Supérfluos ou não, os produtos mais baratos vão parar no carrinho com facilidade. Embora os reajustes sejam estrondosos, o valor absoluto deles continua sendo considerado baixo, o que faz os consumidores desmerecerem a carestia. É aí, alertam educadores financeiros, que mora o perigo. “Funciona como uma goteira que esvazia a caixa d’água sem estourar o cano e sem que a pessoa perceba”, compara o consultor de finanças pessoais Mauro Calil.
Nas planilhas dos lares brasileiros, as miudezas costumam aparecer entre os cinco principais grupos de despesas. Quando colocado no papel, o peso dos frequentes gastos de até R$ 10 surpreende. Os aumentos podem até passar despercebidos, mas provocam um impacto significativo no orçamento do mês e do ano. Mesmo que a diferença de alguns centavos ou reais não chame tanta atenção, é ela que, traiçoeiramente, corrói as contas domésticas.
sábado, fevereiro 08, 2014
sexta-feira, fevereiro 07, 2014
Associação de PMs confirma mobilização, mas nega operação tartaruga
O presidente da Associação dos Praças, Policiais e Bombeiros Militares do Distrito Federal (Aspra-DF), João de Deus, disse nesta sexta-feira (7/2) que a entidade tem orientado os associados a cumprirem suas tarefas normalmente, respeitando a decisão judicial que determinou o fim da chamada operação tartaruga. O ex-deputado distrital e atual prefeito de Água Fria (GO) em segundo mandato não confirmou as notícias de que, com a sentença do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios, a categoria estuda atuar com maior rigor, mas destacou que a entidade não pode responder pela conduta de policiais insatisfeitos.
Agentes da Polícia Federal marcam paralisação para a próxima terça-feira
Agentes, escrivães e papiloscopistas da Polícia Federal em Brasília penduraram as algemas nesta sexta-feira (7/2), simbolicamente, em protesto por melhores salários e condições de trabalho. Durante o ato, que reuniu cerca de 200 policiais, eles criticaram o governo federal, em especial o Ministério da Justiça, e marcaram uma paralisação de um dia para a próxima terça-feira (11/2).
Telecom Itália e Vivendi cogitam fusão de TIM e GVT
A aproximação com a GVT é encarada pelos executivos da empresa italiana como a costura de uma alternativa para o futuro da TIM Brasil.
Início de ano ruim na economia para governo Dilma assusta aliados políticos
Começou difícil o ano que definirá a permanência da presidente Dilma Rousseff no Palácio do Planalto e do PT no governo. No front econômico, não faltam notícias ruins. O país tem colhido os desgostos de uma política considerada equivocada por especialistas, que combina quatro anos seguidos de baixo crescimento, inflação alta, juros pesados, dólar nas alturas, contas públicas desajustadas e uma desconfiança que mina a vontade de investir do empresariado e da população, de consumir. Pior: essa safra de maus resultados pode chegar ao seu ápice em plena campanha eleitoral, às vésperas do pleito de outubro, quando se espera um Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) anualizado acima do teto da meta, de 6,5%, e números frustrantes de Produto Interno Bruto (PIB) — dados que serão usados pesadamente pela oposição.
MINISTÉRIO PÚBLICO: ROMBO DO BANCO DO NORDESTE SUPERA OS R$ 2 BILHÕES
O Ministério Público Federal do Ceará suspeita que o rombo no Banco do Nordeste do Brasil, na gestão do ex-presidente Roberto Smith, entre 2003 e 2008, supere os R$ 2 bilhões. Auditores do Tribunal de Contas da União e da Controladoria-Geral da União estão em maratona de reuniões com procuradores para mapear empresas e beneficiários. O MPF-CE já acionou o ex-presidente e mais dez dirigentes pela fraude.
quinta-feira, fevereiro 06, 2014
Políticas Econômicas: importante para a cidadania
Por que o Brasil vem crescendo tão pouco, desde 1980? Por que os juros são tão altos no Brasil? Por que a inflação brasileira persiste em ficar bem acima da meta de 4,5% ao ano? Por que o Brasil está tendo um enorme déficit fiscal, apesar dos impostos chegarem a 36% do PIB? Por que o Brasil está tendo sérios problemas nas suas contas externas? São essas e muitas outras perguntas que a disciplina de Políticas Econômicas (para os administradores estratégicos) ou a de Fundamentos de Economia (para os administradores operacionais) procura responder.
A essência das políticas econômicas é tratar da intervenção do governo (em especial o Federal) nas vidas das pessoas e das empresas. O governo intervém, via uma das três alternativas: pela política fiscal (que trata das contas do governo), pela política monetária (controlando a taxa de juros, a famosa Selic, que afeta todas as demais taxas de juros; ou alterando o volume de dinheiro em circulação na economia) ou pela política cambial (ajustando a taxa de câmbio, que afeta as nossas exportações e as nossas importações).
Crescimento sustentado depende fundamentalmente de investimentos (públicos e privados). O setor privado investe pouco porque os juros são muito altos e o setor público investe pouco porque seus gastos com outros itens (pessoal, juros, máquina administrativa, entre outros) são muito elevados, sobrando pouco para os investimentos necessários em saúde, educação, segurança e em infraestrutura física (boas estradas, ferrovias, energia, portos e aeroportos, entre outros). Portanto, para responder a algumas das perguntas acima, a população exige que o setor público seja mais eficaz e isso depende de gestores mais capacitados, razão da existência do programa Gestão Brasil.
Além dos gastos excessivos dos governos em itens que pouco contribuem para uma sociedade com mais cidadania, um outro problema histórico brasileiro é o chamado Custo Brasil, que se expressa via burocracia, educação básica aquém das necessidades do país, muitos impostos, juros absurdamente elevados e infraestrutura cara e ineficiente. Tudo isso afeta negativamente a inflação (razão pela qual ele tem ficado acima da meta) e também as contas externas (nossas exportações pararam de crescer e nossas importações têm gerado um enorme déficit nas contas externas).
Tudo isso e muito mais, os alunos do programa Gestão Brasil vão aprender no módulo de Políticas Econômicas (ou de Fundamentos de Economia). São conhecimentos importantes para os gestores públicos fazerem uma gestão que melhor atenda as necessidades da população brasileira. Depois da democratização (nos anos 80), da estabilização de preços (leia-se Plano Real, nos anos 90) e da inclusão social (nos anos 2000), o que mais a população brasileira quer a partir de agora é cidadania, que é o respeito às suas necessidades básicas. E a gestão pública tem um enorme papel nisso.
Judas Tadeu Grassi Mendes
É Ph.D. em Economia, autor de oito livros de economia e fundador e diretor-presidente da Estação Business School.
A essência das políticas econômicas é tratar da intervenção do governo (em especial o Federal) nas vidas das pessoas e das empresas. O governo intervém, via uma das três alternativas: pela política fiscal (que trata das contas do governo), pela política monetária (controlando a taxa de juros, a famosa Selic, que afeta todas as demais taxas de juros; ou alterando o volume de dinheiro em circulação na economia) ou pela política cambial (ajustando a taxa de câmbio, que afeta as nossas exportações e as nossas importações).
Crescimento sustentado depende fundamentalmente de investimentos (públicos e privados). O setor privado investe pouco porque os juros são muito altos e o setor público investe pouco porque seus gastos com outros itens (pessoal, juros, máquina administrativa, entre outros) são muito elevados, sobrando pouco para os investimentos necessários em saúde, educação, segurança e em infraestrutura física (boas estradas, ferrovias, energia, portos e aeroportos, entre outros). Portanto, para responder a algumas das perguntas acima, a população exige que o setor público seja mais eficaz e isso depende de gestores mais capacitados, razão da existência do programa Gestão Brasil.
Além dos gastos excessivos dos governos em itens que pouco contribuem para uma sociedade com mais cidadania, um outro problema histórico brasileiro é o chamado Custo Brasil, que se expressa via burocracia, educação básica aquém das necessidades do país, muitos impostos, juros absurdamente elevados e infraestrutura cara e ineficiente. Tudo isso afeta negativamente a inflação (razão pela qual ele tem ficado acima da meta) e também as contas externas (nossas exportações pararam de crescer e nossas importações têm gerado um enorme déficit nas contas externas).
Tudo isso e muito mais, os alunos do programa Gestão Brasil vão aprender no módulo de Políticas Econômicas (ou de Fundamentos de Economia). São conhecimentos importantes para os gestores públicos fazerem uma gestão que melhor atenda as necessidades da população brasileira. Depois da democratização (nos anos 80), da estabilização de preços (leia-se Plano Real, nos anos 90) e da inclusão social (nos anos 2000), o que mais a população brasileira quer a partir de agora é cidadania, que é o respeito às suas necessidades básicas. E a gestão pública tem um enorme papel nisso.
Judas Tadeu Grassi Mendes
É Ph.D. em Economia, autor de oito livros de economia e fundador e diretor-presidente da Estação Business School.
Twitter fecha 2013 com US$ 645 milhões em perdas líquidas
O Twitter fechou 2013 com US$ 645 milhões em perdas líquidas, valor oito vezes maior do que o registrado em 2012 e que responde à compensação em ações garantidas aos empregados no ano da abertura da cotação na bolsa, informou nesta quarta-feira(5) a companhia.
Oito quadras da Asa Sul ficam sem luz três horas após conserto
A energia nas quadras 113 a 116 e 313 a 316 da Asa Sul caiu novamente, por volta das 21 horas. O mesmo problema tinha sido enfrentado pelos moradores desta região durante a tarde desta quarta-feira (5/2). Eles ficaram no escuro entre 14h21 e 17h40.
A Companhia Energética de Brasília (CEB) informou que durante a tarde um dos dois alimentadores de energia apresentou problemas e para não prejudicar mais os moradores a carga elétrica teve que ser redistribuída para o segundo. A noite, o segundo também apresentou problemas e parou de funcionar.
Segundo a assessoria da empresa, o problema já foi identificado e deve ser resolvido dentro de três horas.
A Companhia Energética de Brasília (CEB) informou que durante a tarde um dos dois alimentadores de energia apresentou problemas e para não prejudicar mais os moradores a carga elétrica teve que ser redistribuída para o segundo. A noite, o segundo também apresentou problemas e parou de funcionar.
Segundo a assessoria da empresa, o problema já foi identificado e deve ser resolvido dentro de três horas.
PIZZOLATO NÃO SERÁ EXTRADITADO
A Constituição da Itália proíbe a extradição de nacionais, e Pizzolato tem cidadania italiana. Isso poderá garantir sua permanência por lá.Ele deve apenas responder pelo crime de falsidade ideológica, por usar passaporte do irmão morto.
DEPUTADA ERIKA KOKAY QUER MENDIGOS FORA DA RUA DELA, EM BRASÍLIA
A onda de insegurança que assola o Distrito Federal tem mobilizado os brasilienses. Na Asa Sul, síndicos, prefeitos das quadras 107/307 e 108/308, além de moradores da região convocaram para hoje (6) uma reunião para reivindicar dos órgãos públicos medidas para combater a insegurança da área.
A reunião é divulgada principalmente por cartazes fixados nas portarias e elevadores dos condomínios, a discussão foi proposta pela deputada federal Erika Kokay (PT-DF), não por acaso, a deputada mora em uma das quadras perturbadas por mendigos e som em alto volume.
quarta-feira, fevereiro 05, 2014
Brasil cai para 8º em marcas de bancos mais valiosas
O Brasil voltou a cair posições no ranking The Banker/Brand Finance Banking 500, sobre as 500 marcas globais mais valiosas no setor bancário, conforme relatório divulgado na terça-feira, 4.
Pressionado pela desvalorização cambial e pela política de baixos juros dos bancos públicos, o País, com nove instituições na disputa, recuou da sexta para a oitava colocação na última edição da pesquisa.
Pressionado pela desvalorização cambial e pela política de baixos juros dos bancos públicos, o País, com nove instituições na disputa, recuou da sexta para a oitava colocação na última edição da pesquisa.
Em valor de marca, o Brasil somou US$ 33,483 bilhões, perdendo para países como Espanha, Canadá e França. Os Estados Unidos permaneceram no topo do ranking, com 56 bancos e um total de US$ 193,633 bilhões em valor de marca.
A queda do Brasil, porém, poderia ter sido maior, não fosse o esforço dos bancos brasileiros em selecionar melhor seus riscos, atuando principalmente em segmentos com garantias como imobiliário e consignado (com desconto em folha), e ainda o trabalho de recuperação de créditos em atraso e consequente melhora na qualidade dos ativos, segundo Gilson Nunes, CEO da Brand Finance para a América Latina.
Emplacar o carro no Distrito Federal está até 38,7% mais barato
A diminuição do preço do serviço de identificação dos veículos se deve à volta ao sistema de credenciamento e não mais de licitação. Acordo com os fabricantes forçou queda nos valores cobrados.O preço do emplacamento de veículos no Distrito Federal está até 38,7% mais barato. A Instrução nº 100, publicada pelo Departamento de Trânsito (Detran) no Diário Oficial do DF da última segunda-feira, reduz de R$ 100,63 para R$ 65,90, o preço do par de placas para carros. No caso das motos, a taxa de R$ 44,08 baixou para R$ 27. A redução dos custos para o consumidor se deve à mudança no fornecimento das identificações veiculares que, agora, será por meio de credenciamento de fabricantes, pelo menos até o processo de licitação ser concluído.
Polícia prende colombianos suspeitos de golpe contra pequenos empresários
Uma quadrilha de colombianos que emprestava dinheiro a juros abusivos para pequenos empresários no Distrito Federal e Entorno foi desmantelada. Policiais cumpriram 17 mandados de prisão durante a operação Bacrim, nesta manhã de quarta-feira (5/2), contra os suspeitos de integrar o grupo de agiotas. O nome da operação é referência ao termo usado no país de origem dos suspeitos, para identificar crimes de extorsão. Os mandados foram cumpridos em Arniqueiras, Águas Claras e Taguatinga.
terça-feira, fevereiro 04, 2014
Empréstimos do BNDES totalizaram R$ 190,4 bilhões em 2013
Os desembolsos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) somaram R$ 190,4 bilhões no ano passado, com aumento de 22% em relação ao total emprestado no anterior.
Os dados, divulgados hoje (4) pelo BNDES, confirmam estimativa feita no dia 18 de dezembro pelo presidente do banco, Luciano Coutinho.
Os dados, divulgados hoje (4) pelo BNDES, confirmam estimativa feita no dia 18 de dezembro pelo presidente do banco, Luciano Coutinho.
De acordo com o BNDES, todos os setores apoiados registraram crescimento nas liberações. A maior fatia (33%), correspondente a R$ 62,2 bilhões, foi destinada ao setor de infraestrutura.
A indústria recebeu R$ 58 bilhões, ou 30% do total desembolsado. Em comparação com o ano anterior, 2012, as liberações para os dois setores subiram, respectivamente, 18% e 22%.
Segundo o BNDES, o maior aumento relativo, de 64%, foi registrado no setor agropecuário, que recebeu R$ 18,6 bilhões, em virtude da safra recorde no ano. Para o setor de comércio e serviços, foram liberados R$ 51,5 bilhões, com alta de 17% sobre o ano anterior.
No segmento de micro, pequenas e médias empresas, os empréstimos somaram R$ 63,5 bilhões e foram recorde, equivalendo a 33% das liberações totais do ano passado. O incremento foi 27%.
No ano passado, houve queda de 8% nas aprovações de empréstimos da instituição (R$ 239,6 bilhões), de 11% nas consultas (R$ 277,4 bilhões) e de 7% nos enquadramentos de projetos (R$ 275,1 bilhões), na comparação com os números de 2012.
Para o BNDES, a redução sinaliza “um cenário de maior moderação” nos desembolsos da instituição neste ano.
Mais visibilidade? De que ?
O governo Dilma abriu licitação de R$ 30,6 milhões para contratar uma assessoria internacional de imprensa e relações públicas para dar maior “visibilidade” ao país.
Médica cubana está refugiada na Câmara
Uma semana depois de a presidente Dilma Rousseff visitar Cuba e agradecer ao presidente Raúl Castro a parceria no Mais Médicos, uma médica cubana, que afirma ter atuado no Pará pelo programa, fugiu do estado e pediu asilo político ao Brasil alegando que não recebe o salário a que tinha direito pela participação no programa.
Ela procurou a liderança do DEM no início da tarde desta terça-feira (4/2) e pediu ajuda. Segundo ela, a Polícia Federal grampeou seu telefone.
Ramona Matos Rodríguez, 51 anos, foi apresentada na noite de hoje, na sessão do plenário, pelo deputado Ronaldo Caiado (DEM-GO). Ele interrompeu a votação que ocorria para relatar o caso, mas foi impedido de continuar pelo presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN).
A médica conta que assinou contrato em Cuba, em setembro, com a promessa de receber mil dólares americanos por mês, cerca de R$ 2,5 mil. Ela mostrou o contrato assinado com a Sociedade Mercantil Cubana Comercializadora de Serviços Médicos Cubanos S.A. em que estão especificados os valores.
A cubana relata que, durante o curso de preparação para os profissionais do Mais Médicos, em outubro, em Brasília, soube que os colegas vindos de outros países receberiam salário entre R$ 10 mil e R$ 15 mil. “Me senti enganada, muito mal, e fiquei pensando em como sair (do programa)”, contou.
O líder do DEM, Mendonça Filho (PE), informou que, ainda hoje, a equipe jurídica do partido irá solicitar asilo político ao Brasil para a médica e cedeu o espaço da liderança para que Ramona se abrigasse até sua situação ser resolvida.
Ela procurou a liderança do DEM no início da tarde desta terça-feira (4/2) e pediu ajuda. Segundo ela, a Polícia Federal grampeou seu telefone.
Ramona Matos Rodríguez, 51 anos, foi apresentada na noite de hoje, na sessão do plenário, pelo deputado Ronaldo Caiado (DEM-GO). Ele interrompeu a votação que ocorria para relatar o caso, mas foi impedido de continuar pelo presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN).
A médica conta que assinou contrato em Cuba, em setembro, com a promessa de receber mil dólares americanos por mês, cerca de R$ 2,5 mil. Ela mostrou o contrato assinado com a Sociedade Mercantil Cubana Comercializadora de Serviços Médicos Cubanos S.A. em que estão especificados os valores.
A cubana relata que, durante o curso de preparação para os profissionais do Mais Médicos, em outubro, em Brasília, soube que os colegas vindos de outros países receberiam salário entre R$ 10 mil e R$ 15 mil. “Me senti enganada, muito mal, e fiquei pensando em como sair (do programa)”, contou.
O líder do DEM, Mendonça Filho (PE), informou que, ainda hoje, a equipe jurídica do partido irá solicitar asilo político ao Brasil para a médica e cedeu o espaço da liderança para que Ramona se abrigasse até sua situação ser resolvida.
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