quarta-feira, julho 29, 2015

Romário sobre a conta na Suíça



Galera, bom dia!
Chateado!
Acabei de descobrir aqui em Genebra, na Suíça, que não sou dono dos R$ 7,5 milhões.
Aguardem mais informações...
Agora, aqueles que devem, podem começar a contar as moedinhas, porque a conta vai chegar de todas as formas.
Eu não finjo ser decente, não faço de conta ser sério e pareço ser correto. Eu sou!!!

terça-feira, julho 28, 2015

Dobrar a meta que não existe: a nova fórmula de Dilma

Blog do Planalto ‏@blogplanalto  
Dilma: Não vamos colocar uma meta: deixaremos em aberto e quando atingirmos ela, nós dobraremos a meta.

A ministra Maria Thereza de Assis Moura pode salvar Dilma no TSE


Processo que pede a cassação da Dilma no TSE pode ter nova relatoria já a partir de setembro.O mandato do João Otávio de Noronha está chegando ao fim.O governo torce pela demora...A ministra Maria Thereza de Assis Moura já arquivou um outro processo contra Dilma antes...Vejamos a imparcialidade...em tempo de incertezas é bom não acreditar nem nas instituições...

Dólar a R$ 3,48 just now!

Dólar disparou há pouco com a notícia de corte na perspectiva do rating do Brasil pela Standard & Poor's de neutra para negativa.

O Brasil perto do ‘downgrade’

A Standard & Poor’s acaba de colocar o crédito do Brasil em perspectiva negativa, o primeiro passo para um possível corte.
O ‘downgrade’ no crédito brasileiro, que parece apenas uma questão de tempo, impediria fundos internacionais de manter em carteira títulos do governo brasileiro, o que aumentará o custo de financiamento do setor público e faria o real se desvalorizar ainda mais.
No início do ano, funcionários da S&P haviam visitado o Brasil e, em 23 de março, a agência reafirmou a nota do País em BBB-  (o patamar mais baixo ainda dentro do chamado grau de investimento) com uma perspectiva ‘estável’.
A deterioração da economia, da política e da confiança do consumidor nos últimos meses parece ter empurrado a agência a agir agora, antes do esperado, já que, tipicamente, mudanças na posição da agência tem intervalos mais longos.
A próxima agência a se manifestar deve ser a Moody’s, cujos executivos visitaram o País no início deste mês.
Mas, como a Moody’s e a S&P têm escalas de notas diferentes, um corte por parte da Moody’s apenas alinharia sua nota para o Brasil com a da S&P, mantendo a República com o grau de investimento. A menos, claro, que a Moody’s tomasse a decisão rara de fazer dois cortes na nota.
Com informações de Veja

Qua Qua Ra Qua Qua...

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Serasa apura alta de 12,9% em inadimplência de empresas no 1º semestre

O indicador da Serasa Experian de inadimplência das empresas subiu 0,1% em junho ante maio e saltou 19,2% na comparação com junho do ano passado. No acumulado do primeiro semestre, houve alta de 12,9% ante igual intervalo de 2014, o maior avanço nesta base de comparação desde 2012.

Romário já contratou o Kakay

Vendas de supermercados caem 3% em junho no Brasil, diz associação

As vendas do setor supermercadista no Brasil caíram 3,04% em junho ante o mesmo mês de 2014, descontada a inflação, informou nesta terça-feira (28) a Abras, entidade que representa o setor.
No primeiro semestre, as vendas dos supermercados do país ficaram estáveis ante mesmo período do ano passado, informou a associação.

Fernando Freire ainda não recebeu visitas



Fernando Freire, está sozinho no alojamento do quartel da Polícia Militar, localizado no Tirol, na Zona Leste de Natal. O quarto, com aproximadamente 9 metros quadrados, tem duas beliches e não tem televisão. Fernando Freire não recebeu visitas desde que chegou ao quartel, segundo a PM.

Serra questiona BC e quer intervenção do Congresso

Senador tucano José Serra critica o diretor da área externa do Banco Central, Tony Volpon, que antecipou a analistas de mercado e à imprensa seu voto na próxima reunião do Copom; “O Senado é o órgão responsável pela aprovação dos diretores e pelo acompanhamento da política monetária. Por isso pedirei que o Senado e a Comissão de Assuntos Econômicos da Casa se pronunciem sobre o episódio e sobre o mérito da decisão que o BC venha a tomar”.

Brasil247

Vídeo de Deltan Dallagnol

Anistia Internacional pede política de redução de homicídios no Brasil

A Anistia Internacional defende a necessidade de o Brasil ter uma política nacional de redução de homicídios. De acordo com o diretor-executivo da Anistia Internacional Brasil, Átila Roque, o tema precisa ser prioridade de todo o estado brasileiro, especialmente, para diminuir o número de mortes de jovens pobres e negros no país. 

De acordo com o diretor da Anistia Internacional, há claramente uma situação em que a sociedade e o estado estão olhando para o outro lado, enquanto um verdadeiro extermínio ocorre todos os dias. Roque defendeu a presença de todo o Estado nessa política e não apenas da Justiça. “Gostaria de ver este tema ser prioridade na fala do presidente do Banco Central, gostaria de ver este tema ser prioridade na fala do ministro da Fazenda, porque se todas as políticas não estiverem integradas e voltadas para priorizar a vida, e a vida no Brasil hoje está sob alto risco, a vida de jovens e de jovens negros estará submetida cotidianamente a um processo sistemático de extermínio.”

Números
Roque identificou no país uma epidemia de indiferença em relação à rotina de homicídios e de mortes de jovens negros, pobres e moradores de periferias no Brasil. Além disso, segundo ele, ocorre a quase cumplicidade do estado brasileiro e de quem é a responsabilidade sobre políticas púbicas no Brasil sobre o tema. “Nós não podemos continuar com uma taxa de homicídios na faixa de 56 mil mortos por ano, em que desses, 30 mil são jovens entre 15 e 29 anos. Como se derrubássemos a cada dois dias um avião cheio de jovens. Entre esses 30 mil, 77% são negros.”

Na avaliação de Roque, as duas situações resultam na sustentação de cumplicidade por omissão, na medida em que muito pouco ou quase nada é feito de maneira sistemática para se enfrentar este problema ou até mesmo por meio da ação quando se verifica que parte importante das mortes ocorre nas mãos de agentes do estado em decorrência de uma política de segurança que privilegia o confronto, a guerra e o enfrentamento. “Produz em um grau fora de qualquer proporção razoável de mortes de jovens nas mãos da polícia.”
O diretor da Anistia apontou que é preciso desmistificar a ideia de que este é um problema que só se resolve a longo prazo, após mudança da estrutura social ou da polícia. Ele acrescentou que o Brasil tem uma estrutura de segurança pública e modelo de polícia que não se alterou desde a ditadura. “Fomos capazes de olhar todas as demais agendas que importavam para a sociedade na saúde, na educação etc, reformulamos instituições, pensamos formas de participação; incorporamos atores, tanto usuários como agentes implementadores de política no debate; mas no caso da segurança pública é fato que nos abstivemos de tratar este tema.”

Para o curto prazo, Roque disse que o caminho é investir na gestão da política de segurança e não se restringir apenas a transformação estrutural das polícias. Ele revelou que quando se observa a curva de homicídios e como ela se desloca no tempo é possível identificar o resultado positivo de ações do gestor de uma polícia ou de um secretário de segurança que têm um pouco mais de sensibilidade para esta questão. Isso, segundo Roque, sugere que para reduzir rapidamente este alto índice de homicídios no curto prazo é ter uma clara priorização por parte do estado que reconheça, neste, o principal problema que o Brasil enfrenta hoje.

Aumento da Selic é mal necessário, diz economista

Crédito mais caro e menos acessível, economia em queda, maior risco de desemprego e endividamento das famílias. Esse é o cenário traçado em momento de aumento da taxa básica de juros, a Selic. Mas, o aumento dos juros é considerado um “mal necessário” pelo diretor da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), Miguel José Ribeiro de Oliveira, para conter a alta dos preços, que influencia a renda dos trabalhadores.

“Em uma economia que já está em retração, subir juros agrava mais esse quadro. Mas é aquela história do mal necessário. Melhor subir juros para poder reduzir a inflação do que não fazer nada e ver o risco subir”, disse o diretor da Anefac.

Confiança de serviços recua 2,9% e tem nova mínima histórica

O Índice de Confiança de Serviços (ICS) recuou 2,9 por cento em julho na comparação com o mês anterior, perdendo força pelo terceiro mês seguido e atingindo nova mínima histórica, informou a Fundação Getulio Vargas(FGV) nesta terça-feira .
Em julho, o ICS atingiu 78,4 pontos, ante 80,7 pontos no mês anterior, quando teve queda de 4,5 por cento.


O Índice da Situação Atual (ISA-S), segundo a FGV, avançou 4,8 por cento em julho sobre o mês anterior, para 59,4 pontos. Mas o Índice de Expectativas (IE-S) caiu 7,1 por cento, a 97,4 pontos.

Caixa bancou pedaladas por 21 meses

O governo Dilma Rousseff atrasou por 21 meses, desde que assumiu a Presidência, repasses do Tesouro Nacional para a Caixa realizar o pagamento do seguro-desemprego, deixando o saldo do programa no vermelho.
Essa manobra, chamada de "pedalada fiscal", foi intensificada no ano de 2013 e só interrompida em outubro de 2014, às vésperas de a reeleição ser definida.
O período com saldo negativo é superior ao dos dois presidentes que a antecederam. Fernando Henrique Cardoso (1995-2002) e Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010) tiveram, inclusive, mais tempo de mandato do que Dilma até aqui.

Nos oito anos de gestão de Lula, as pedaladas com o seguro-desemprego ocorreram em 7 meses. Já nos dois governos do tucano FHC, o saldo do seguro-desemprego ficou negativo na Caixa em seis meses.
Ao todo, o saldo negativo do governo Dilma com a Caixa alcançou R$ 34,2 bilhões em recursos obrigatórios para pagar programas sociais, como Bolsa Família, seguro-desemprego e abono salarial, entre o início de 2011 e o mês de abril deste ano. Esses atrasos foram cobertos pelo banco, que precisou usar recursos próprios.

PSDB vai apoiar protestos contra Dilma

O PSDB vai usar as inserções partidárias a que tem direito no rádio e na TV para chamar a população a comparecer aos protestos marcados para o dia 16 de agosto. Uma das bandeiras dos manifestantes é o impeachment da presidente Dilma Rousseff. A partir desta terça-feira, o PSDB começa a veicular a sua primeira leva de propagandas partidárias. As primeiras peças não tratam das manifestações, mas vão trazer os principais nomes da legenda fazendo críticas ao governo.
Presidente do partido, o senador Aécio Neves (MG) alega que o conteúdo das propagandas de 30 segundos que vão ao ar na próxima semana atende a uma cobrança dos eleitores do PSDB, que pedem uma aproximação maior da legenda com os movimentos que organizam os atos. "Se nós simplesmente desconsiderarmos que elas [as manifestações] existem, nós estaremos fugindo da realidade", disse Aécio. Será a primeira vez que o PSDB vai se manifestar de maneira mais explícita a favor da realização dos protestos.
Nas outras duas manifestações que aconteceram este ano - 15 de março e 12 de abril -, o partido e suas lideranças deram um apoio tímido aos atos, divulgando os eventos apenas nas redes sociais. Aécio, inclusive, foi criticado pelos diversos grupos que organizaram os eventos por não levantar a bandeira do impeachment. Apesar de alguns setores do PSDB defenderem a tese, o partido vinha adotando uma postura de cautela ao tratar do assunto.
Na segunda-feira, Aécio criticou a tentativa do Palácio do Planalto de buscar apoio dos governadores diante da possível rejeição das contas do governo pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Ele classificou o encontro, marcado para a quinta-feira, como um pedido de socorro. "Eu não vou recomendar que os governadores deixem de aceitar um convite da presidente da República, mas o PSDB não está disposto a ajudar a salvar aquilo que não deve ser salvo", disse.
Veja