DIEBOLD PROCOMP E OS GRAMPOS TELEFÔNICOS ILEGAIS
A empresa Diebold Procomp parece ter passado dos limites, ao demonstrar seu verdadeiro poder quando o ex-diretor Mauro Princiotti, em ação trabalhista contra a empresa (número 02407200903402004), juntou dezenas de mídias de GRAMPOS TELEFÔNICOS ILEGAIS no processo, e não se sabe o motivo, os patronos da empresa Diebold Procomp sequer citam tal ilegalidade em sua contestação. Uma amnésia estranha dos patronos (advogados) da empresa Diebold Procomp.
Demonstrando que as leis brasileiras não os atingem, Mauro Princiotti ainda implora ao magistrado que APRECIE PROVAS OBTIDAS DE FORMA ILÍCITA.
As palavras TEMOR, RESPEITO, LEGALIDADE, e principalmente RESPEITO parecem não fazer parte do dicionário da empresa Diebold Procomp e de algumas pessoas ligadas a ela.
A empresa não tem com se safar dessa irregularidade, pois além das gravações ilegais e clandestinas serem inseridas no processo judicial, várias outras pessoas confirmaram à diversas autoridades, que realmente a empresa Diebold Procomp GRAMPEAVA TELEFONES DE FORMA ILEGAL, ou seja, invadia a privacidade de várias pessoas, trazendo danos irreparáveis às mesmas.
Tal situação demonstra que, para a empresa Diebold Procomp, fabricante das urnas eletrônicas, a Constituição do Brasil parece não ter influência sobre ela.
Segundo legislação em vigor, o grampo pode ser realizado em investigação policial na qual haja indícios razoáveis da autoria de uma infração cuja pena mínima é a de detenção. A lei define ainda que a escuta telefônica deve ser o último recurso empregado na obtenção de provas. Caso haja qualquer outro meio de se obter evidências, o grampo passa a ser ilegal.
A realização de escuta telefônica deve ser determinada por um juiz. Excepcionalmente, o juiz pode admitir que o pedido de grampo seja formulado verbalmente. Do contrário, a solicitação deve ser redigida. O texto deve comprovar a necessidade do uso da escuta telefônica, assim como a forma como ela será realizada. Caso o pedido seja aprovado, o grampo pode ser realizado pelo Ministério Público e pela Polícia Civil e Federal, que, por sua vez, podem pedir para que uma operadora de telefonia o realize.
A pena para quem realiza interceptações telefônicas fora das condições descritas na lei é o pagamento de multa e o cumprimento de pena de dois a quatro anos de prisão.
É farta a crônica de grampos clandestinos no Brasil, inclusive nas mais altas esferas do poder. Já se encontrou grampo dentro do próprio gabinete presidencial no Palácio do Planalto (João Figueiredo, 1983). Já se soube de presidente da República cuja residência estava inteiramente monitorada (Fernando Collor, 1992, Casa da Dinda). Já se ouviu a voz grampeada de um vice-presidente da República a cantarolar palavras melosas para uma jornalista casada (Itamar Franco, 1992). Já houve presidente da República grampeado autorizando o uso de seu nome nos bastidores do leilão das teles (Fernando Henrique Cardoso, 1998). Isso sem falar nos tempos da ditadura militar, quando o grampo tornou-se uma prática recorrente, adotada pela arapongagem oficial para bisbilhotar a vida de adversários políticos do regime. Na democracia, a situação não tem sido muito diferente. Em 2004, a maior empresa de investigação do mundo, a Kroll, com sede nos Estados Unidos, foi acusada pela Justiça brasileira de usar meios ilegais de espionagem, entre eles o uso de escutas telefônicas. Outro caso célebre foi a grampolândia clandestina instalada no aparelho estatal da Bahia. O acusado de promovê-la foi o ex-senador Antônio Carlos Magalhães.
E POR QUÊ NADA ACONTECE COM A EMPRESA AMERICANA FABRICANTE DE CAIXAS ELETRÔNICOS E URNAS ELETRÔNICAS?
QUEM SE BENEFICIA COM A NÃO APURAÇÃO DESTE CRIME FEDERAL QUE ESTÁ CONFIRMADO EM DEPOIMENTOS E PROVAS ROBUSTAS?
E SE FOSSE UMA EMPRESA BRASILEIRA, UM CIDADÃO BRASILEIRO SEM PODER FINANCEIRO OU POLÍTICO QUE GRAMPEASSE TELEFONES ILEGALMENTE E OS JUNTASSEM EM PROCESSO JUDICIAL, ESTARIA SOLTO OU PRESO?
TIRANDO COMO EXEMPLO O ÓRGÃO DE IMPRENSA QUE GRAMPEOU TELEFONES DE CELEBRIDADES NA EUROPA, O QUE ACONTECERIA AGORA TANTO COM A EMPRESA QUANTO COM OS ENVOLVIDOS COM A PRODUÇÃO DESSES GRAMPOS ILEGAIS E ESCUTAS CLANDESTINAS SE TIVESSE OCORRIDO NA EUROPA?
Quem consegue grampear o telefone do João pode muito bem grampear o do Mané, José, Silva, Antonio, Maria e o da Benedita e usar ao seu bel prazer.
QUEM É MAURO PRINCIOTTI?
Esse jornalista apurou que uma das peças importantes da empresa Diebold Procomp para esconder e dificultar o acesso de autoridades e terceiros a informações sobre fraudes em produtos da empresa é o ex-militar MAURO PRINCIOTTI DOS SANTOS.
MAURO PRINCIOTTI DOS SANTOS, figura carimbada em diversas instituições financeiras, e que se intitula como uma pessoa proba (processo trabalhista 02407200903402004), homem acima de “qualquer suspeita”, “ex-militar exemplar”, “conhecedor profundo em sindicâncias e processos investigatórios”.
- Um homem que se gaba na internet (currículo) de ter participado das forças armadas (aeronáutica) na época em que o país atravessava grave crise política (DITADURA) e era o responsável pelas investigações relacionadas a fraudes em produtos da empresa.
-Homem estrategista, que dava um passo e já previa o aconteceria no décimo passo.
-Que dormiu Coordenador de Segurança e acordou GERENTE DE INVETIGAÇÕES de uma das maiores empresa do mundo na área de informática.
- Que viu o seu salário de quatro mil reais (fim de 2004) subir para mais de doze mil reais (2006/20007), além, é lógico, de diversos benefícios que uma empresa multinacional oferece. Se imagina que ele estaria atualmente, se ainda fosse fiel escudeiro da Diebold Procomp, com um salário acima de vinte mil reais mensais.
-Que em uma simples conta em cima dos valores por ele descritos em sua ação trabalhista movida contra a Diebold Procomp, faturou mais de R$600 mil reais em poucos anos. Fora os agrados relatados em vários depoimentos e documentos que aparecem em vários inquéritos, e que estranhamente não tem um tostão sequer, segundo informações ditas pelo próprio Mauro em determinado inquérito policial que tramitou na cidade de Osasco-SP.
- Que pelos seus belos serviços prestados à empresa Diebold Procomp foi “gratificado” com míseros três salários de aproximadamente doze mil reais, somando mais de trinta e seis mil reais.
-Que perante autoridade policial informou que leva uma vida simples e que somente conseguiu obter sua casa própria após o pagamento de verba indenizatória da empresa Diebold Procomp, mas não se sabe os motivos que o levaram a não informar que possui apartamento na praia (responde a ação de cobrança de condomínio na Praia Grande/ edifício São Camilo).
-Que enaltece em sua ação trabalhista ser uma pessoa proba, mas não informa que várias pessoas passaram em suas mãos.
- Que informa em sua ação trabalhista que é perseguido por várias pessoas, mas não informa quantas pessoas e nem os nomes das dezenas de pessoas que ele perseguiu durante anos.
- Homem de confiança da diretoria da Diebold Procomp.
- Que faz jus ao velho ditado popular- Dê dinheiro e poder ao homem que você verá quem realmente ele é.
- Homem que não mediu esforços e meios para proteger a imagem e patrimônio da empresa Diebold Procomp, que até grampos telefônicos ilegais conseguia fazer (ainda não se sabe como).
-Que conseguia dados sigilosos de clientes da Telesp/TELEFÔNICA, segundo depoimento de uma ex-funcionária.
- Que tinha o dom de fazer assinaturas tais quais os donos das mesmas, segundo testemunho de uma ex-funcionária da Diebold Procomp.
-Que assediava sexual e moralmente funcionárias, segundo depoimentos.
-Que montou uma turma de seguidores fiéis para realizar os seus interrogatórios dentro da Diebold Procomp, sempre à base de métodos não convencionais. Turma formada por Monica Brito, Murilo Almeida, Carlos Alberto P. Souza e um ex-militar da aeronáutica de nome Gilberto Pontim, conforme este jornalista apurou em vários depoimentos e documentos obtidos.
Cita-se apenas as iniciais de algumas pessoas que passaram por momento de terror nas mãos dessa turma- L.A.O., V.L.B., A.T., M.N.G., M.R., J.E.D.L., S.A.B.D., M.O.S., J.C.L., N.C.S., M.H., R.D., M.D., para preservar a integridade física das mesmas.
-Um homem que exigia favores pessoais e financeiros de empresa terceirizada, segundo vários depoimentos e documentos.
-Que acusou um ex-delegado de policia, de nome Zildo Heleodoro, como sendo de vida pregressa questionável, jogando seu nome ao relento, por estar envolvido na CPI dos Bingos (grampos telefônicos ilegais), mas se esqueceu também de citar que o presidente da empresa Diebold Procomp, João Abud Junior também é citado.
-Que foi intimado em um distrito policial e após algumas perguntas feitas pela autoridade passou mal e foi socorrido por sua esposa.
MAURO PRINCIOTTI – O HOMEM QUE SABE DEMAIS…
E QUEM É CESAR AGUSTO FURTADO?
Nas informações colhidas por vários amigos, apareceu um nome importante nesse meio escuso que paira sobre a Procomp.
Um ex-funcionário, CESAR AUGUSTO FURTADO, morador da cidade de Osasco-SP, atuou como técnico da empresa Diebold Procomp durante vários anos. Até aí nada de anormal, a não ser o fato de que este senhor era tido pela empresa Diebold Procomp como sendo de “EXTREMA CONFIANÇA”.Como nos filmes de espionagem, este senhor era peça fundamental em diversos esclarecimentos sobre fraudes em produtos da empresa Diebold Procomp.
Sua história dentro da empresa Diebold Procomp poderia ser igual à de qualquer outro técnico, mas a sua vida teve desdobramento só visto em filmes, quando ele foi investigado pelo Sr MAURO PRINCIOTTI, gerente de investigações da Diebold Procomp e como num passe de mágica, após certa reunião de portas fechadas, passou a “colaborar” com o setor de investigações,e pasmem: se infiltrando em quadrilhas que fraudavam os produtos da empresa Diebold Procomp e levando ao conhecimento da empresa os métodos de fraudes e quem eram os fraudadores (muitos companheiros de empresa).
Um dos vários amigos esteve, a pedido deste jornalista, visitando várias repartições públicas (fóruns, delegacias de polícia) e obteve cópia da declaração do Sr Cesar Augusto em um determinado inquérito, e que não está sob segredo de justiça, e neste caso, está à mercê da população e daqueles que querem o bem do Brasil e buscam a verdade.
É estarrecedor seu depoimento e ao mesmo tempo esclarecedor com relação aos métodos usados pela empresa Diebold Procomp para chegar aos funcionários e terceiros que fraudam seus produtos.
Como já havia descrito, a empresa Diebold Procomp, que vende seus produtos em cima da suposta “credibilidade”, não se importou nenhum um pouco com a Constituição Federal do Brasil.
Em seu depoimento, o HOMEM DE EXTREMA CONFIANÇA DA PROCOMP confirmou junto à autoridade policial, que a empresa Diebold Procomp, através do seu gerente, GRAMPEAVA TELEFONES ILEGALMENTE, coagia funcionários e mantinha pessoas em cárcere privado para obter confissões.
Se não bastasse tal depoimento que confirma um crime federal (ESCUTAS TELEFÔNICAS CLANDESTINAS), Cesar Augusto acrescentou em seu depoimento que a quantidade de pessoas envolvidas em atos criminosos com relação aos produtos da empresa Diebold Procomp era imensa, enfatizando no seu rico depoimento, que as investigações abrangiam todo o território brasileiro.
Devido às funções que Cesar Augusto exercia junto a GERÊNCIA DE INVESTIGAÇÕES da Diebold Procomp, há fortes indícios de que esse técnico tinha ou tem conhecimento especialcom relações às formas de fraudar produtos da empresa, pois seria impossível, no entendimento racional de qualquer ser humano, que a empresa Diebold Procomp não utilizaria alguém para se infiltrar em quadrilhas sem o devido conhecimento “técnico” em fraudes eletrônicas.
Não dá pra imaginar o que este técnico sabe a respeito de fraudes em produtos da empresa e quem os frauda.
Como outros funcionários, Cesar Augusto, de repente, depois que a empresa Diebold Procompo o colocou em risco de morte devido à sua intensa convivência com criminosos (fraudadores de produtos da empresa), se viu sozinho e acuado.
Façamos as seguintes perguntas:
-Como será que Cesar Augusto se sente sabendo que Mauro Princiotti jogou seu nome aos leões na sua ação trabalhista afirmando que Cesar Augusto entregava seus companheiros de trabalho?
-Será que a empresa Diebold Procomp que sugou esse funcionário, se colocou à disposição, para pelo menos, dar o mínimo de segurança a ele e sua família?
-Será que a empresa Diebold Procomp também gratificou Cesar Augusto pelos seus relevantes serviços prestados em prol da empresa e nação, já que suas importantes informações se referiam unicamente a produtos usados pelo povo brasileiro, ou aquela “gratificação” feita a Mauro pela Diebold Procomp por ocasião de sua demissão foi um cala boca?
Dúvidas e respostas que ficam no ar.
Essa é a empresa americana conhecida como Diebold Procomp.
Matéria publicada originalmente no Blog do Donny Silva - www.donnysilva.com.br
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