O ex-bilionário e hoje recolhido empresário Eike Batista deve logo voltar aos holofotes: corre na CPI da Petrobras um requerimento para que ele seja convocado a depor sobre conexões mal explicadas de seus negócios com o manjadíssimo enredo das consultorias ligadas a grão-petistas que faturaram alto para facilitar contratos milionários com dinheiro público. No caso de Eike, as suspeitas se voltam para as circunstâncias em que o consórcio Integra - constituído por sua empresa de estaleiros, a OSX (em recuperação judicial), e pela construtora Mendes Júnior (já enrolada no petrolão) - venceu a concorrência para a fabricação de duas plataformas de petróleo para a Petrobras, a P-67 e a P-70. Preço: 900 milhões de reais cada uma. Com as obras se arrastando, até hoje não ficaram prontas.
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