Nove Tribunais de Justiça resistem à divulgação de salários de magistrados
Com a Lei de Acesso à Informação, os salários de servidores, devidamente associados a seus nomes e matrículas funcionais, deixou de ser segredo de Estado em 67% dos Tribunais de Justiça (TJs) do país.No entanto nove tribunais ainda resistem na divulgação dos salários, mas por que tanto mistério? É para cumprir a lei ou não????
A publicação dos dados de forma irrestrita e amplamente transparente é uma exigência do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que decidiu propagar o exemplo do Supremo Tribunal Federal (STF). Desde o ano passado, quando entrou em vigor a nova legislação, o STF abriu as folhas de pagamento na internet.
Dos 27 tribunais apenas em 18 foi possível acessar os gastos com pessoal de forma individualizada, isto é, com a identificação de cada beneficiado, como manda o CNJ. Na maior parte deles, o acesso exigiu não mais do que três cliques no mouse, mas, em alguns casos, a missão foi mais difícil.
Na verdade a transparência é opaca. Embora todos apresentem os valores pagos, a identificação dos funcionários se resume a cargos e códigos. É o caso dos TJs do Distrito Federal e do Rio Grande do Sul, entre outros.
Com a Lei de Acesso à Informação, os salários de servidores, devidamente associados a seus nomes e matrículas funcionais, deixou de ser segredo de Estado em 67% dos Tribunais de Justiça (TJs) do país.No entanto nove tribunais ainda resistem na divulgação dos salários, mas por que tanto mistério? É para cumprir a lei ou não????
A publicação dos dados de forma irrestrita e amplamente transparente é uma exigência do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que decidiu propagar o exemplo do Supremo Tribunal Federal (STF). Desde o ano passado, quando entrou em vigor a nova legislação, o STF abriu as folhas de pagamento na internet.
Dos 27 tribunais apenas em 18 foi possível acessar os gastos com pessoal de forma individualizada, isto é, com a identificação de cada beneficiado, como manda o CNJ. Na maior parte deles, o acesso exigiu não mais do que três cliques no mouse, mas, em alguns casos, a missão foi mais difícil.
Na verdade a transparência é opaca. Embora todos apresentem os valores pagos, a identificação dos funcionários se resume a cargos e códigos. É o caso dos TJs do Distrito Federal e do Rio Grande do Sul, entre outros.
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