O núcleo central do GDF está reunido desde sábado (12/9) na Residência Oficial de Águas Claras a fim de encontrar meios para ampliar a arrecadação do governo e garantir o pagamento em dia dos funcionários públicos até o fim do ano. O Executivo local precisa de R$ 600 milhões no caixa para evitar atraso salarial e, consequentemente, uma greve geral do funcionalismo, como ameaçam sindicatos, caso os vencimentos não caiam na conta do servidor na data prevista. Conforme o Correio antecipou ontem, a equipe econômica do Palácio do Buriti prepara medidas duras para sair do atoleiro: não está descartado aumentar tarifa de ônibus, elevar o preço dos Restaurantes Comunitários, cortar cargos comissionados e até demitir concursados.
Com informações do Correio
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